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sábado, 18 de setembro de 2010

História - Primeiro Reinado II

Primeiro Reinado (1822-1831)

Brasil Império:

1º reinado: Como se construiu a nação: (Vencendo as resistências internas, a confederação do equador, coroação de Dom Pedro, revoltas separatistas, Guerra Cisplatina e reconhecimento externo da independência)

Regencial: A construção colocada em choque

2º reinado: Consome tudo


Primeiro Reinado:


Houve a independência do Brasil em relação a Portugal graças a Dom Pedro, herdeiro do trono português e nada mudou na estrutura do país com a sua independência. Os interesses portugueses são mantidos e assim como o vínculo entre os dois países.

As elites brasileiras e proprietários de terras de aproveitaram de Dom Pedro para romper os laços com Portugal. Quando Dom Pedro se tornou imperados do Brasil, tudo girou em cima dele e centraliza a política, deixando-a quase absolutista, pois tinha uma constituição.

1823 - Constituição da Mandioca: Não aconteceu, pois tornava os poderes do imperador finitos e parte dele seria destinado a elite agrárias. A rendas mínima para alguém votar teria que ser baseada em mandiocas. Dom Pedro dissolve a constituição e cria uma nova:

Constituição de 1824: Dava mais poderes ao imperados, mas SOMENTE, ao imperador. Além dos três poderes criados por Montesquieu (executivo, legislativo e judiciário), Dom Pedro cria um quarto poder, chamado MODERADOR, que lhe dava o direito de interferir em todos os outros.

Dom Pedro abandonou seu filho de cinco anos de idade para poder voltar a Portugal e ser coroado rei. Quando seu filho completou quinze anos, foi nomeado o novo imperador do Brasil, como uma maneira de acabar com as revoltas.

Em 1824 ocorre a primeira revolta, iniciada em Pernambuco. É chamada de Confederação do Equador, com a proposta de proclamar independência e de se separaram do resto do Brasil. Não queriam um país todo separado, mas unido evitando mais gastos com impostos. O movimento foi repreendido e os principais lídetes foram mortos. Exemplo: Frei Caneca

O reconhecimento externo da Independência foi em 1824 com a lógica da Doutrina Monroe quando os Estados Unidos a fazem e em 1827 os tratados são renovados em 15 anos.

Santa Aliança à Congresso de Viena àNa Europa volta o absolutismo e a manutenção dos impérios o que fez com que a Inglaterra manipulasse as relações com o Brasil por causa do comércio e fizessem que Portugal só reconhecesse a independência do Brasil em troca de dinheiro, que os portugueses deviam aos ingleses. Divida de Portugal com Inglaterra passou para o Brasil.

História - Primeiro e Segundo Reinado

Primeiro Reinado

Período inicial do Império, estende-se da Independência do Brasil, em 1822, até a abdicação de Dom Pedro I , em 1831. Aclamado primeiro imperador do país a 12 de outubro de 1822, Dom Pedro I enfrenta a resistência de tropas portuguesas. Ao vencê-las, em meados do ano seguinte, consolida sua liderança.

Seu primeiro ato político importante é a convocação da Assembléia Constituinte, eleita no início de 1823. É também seu primeiro fracasso: devido a uma forte divergência entre os deputados brasileiros e o soberano, que exigia um poder pessoal superior ao do Legislativo e do Judiciário, a Assembléia é dissolvida em novembro. A Constituição é outorgada pelo imperador em 1824. Contra essa decisão rebelam-se algumas províncias do Nordeste, lideradas por Pernambuco. A revolta, conhecida pelo nome de Confederação do Equador, é severamente reprimida pelas tropas imperiais.

Embora a Constituição de 1824 determine que o regime vigente no país seja liberal, o governo é autoritário. Freqüentemente, Dom Pedro impõe sua vontade aos políticos. Esse impasse constante gera um crescente conflito com os liberais, que passam a vê-lo cada vez mais como um governante autoritário. Preocupa também o seu excessivo envolvimento com a política interna portuguesa. Os problemas de Dom Pedro I agravam-se a partir de 1825, com a entrada e a derrota do Brasil na Guerra da Cisplatina . A perda da província da Cisplatina e a independência do Uruguai, em 1828, além das dificuldades econômicas, levam boa parte da opinião pública a reagir contra as medidas personalistas do imperador.

Sucessão em Portugal

Além disso, após a morte de seu pai Dom João VI , em 1826, Dom Pedro envolve-se cada vez mais na questão sucessória em Portugal. Do ponto de vista português, ele continua herdeiro da Coroa. Para os brasileiros, o imperador não tem mais vínculos com a antiga colônia, porque, ao proclamar a Independência, havia renunciado à herança lusitana. Depois de muita discussão, formaliza essa renúncia e abre mão do trono de Portugal em favor de sua filha Maria da Glória.

Ainda assim, a questão passa a ser uma das grandes bandeiras da oposição liberal brasileira. Nos últimos anos da década de 1820, esta oposição cresce. O governante procura apoio nos setores portugueses instalados na burocracia civil-militar e no comércio das principais cidades do país. Incidentes políticos graves, como o assassinato do jornalista oposicionista Líbero Badaró em São Paulo, em 1830, reforçam esse afastamento: esse crime é cometido a mando de policiais ligados ao governo imperial e Dom Pedro é responsabilizado pela morte.

Sua última tentativa de recuperar prestígio político é frustrada pela má recepção que teve durante uma visita a Minas Gerais na virada de 1830 para 1831. A intenção era costurar um acordo com os políticos da província, mas é recebido com frieza. Alguns setores da elite mineira fazem questão de ligá-lo ao assassinato do jornalista. Revoltados, os portugueses instalados no Rio de Janeiro promovem uma manifestação pública em desagravo ao imperador. Isso desencadeia uma retaliação dos setores antilusitanos. Há tumultos e conflitos de rua na cidade. Dom Pedro fica irado e promete castigos. Mas não consegue sustentação política e é aconselhado por seus ministros a renunciar ao trono brasileiro. Ele abdica em 7 de abril de 1831 e retorna a Portugal.

Segundo Reinado

O Segundo Reinado iniciou-se com a declaração de maioridade de Dom Pedro II, realizada no dia 23 de julho de 1840. Na época, o jovem imperador tinha apenas quinze anos de idade e só conseguiu ocupar o posto máximo do poder executivo nacional graças a um bem arquitetado golpe promovido pelos grupos políticos liberais. Até então, os conservadores (favoráveis à centralização política) dominaram o cenário político nacional.

Antes do novo regime monárquico, o período regencial foi caracterizado por uma política conservadora e autoritária que fomentou diversas revoltas no Brasil. As disputas políticas do período e o desfavor promovido em torno do autoritarismo vigente permitiram que a manobra em favor de Dom Pedro de Alcântara tivesse sustentabilidade política. Nos quarenta e nove anos subseqüentes o Brasil esteve na mão de seu último e mais longevo monarca.

Para contornar as rixas políticas, Dom Pedro II contou com a criação de dispositivos capazes de agraciar os dois grupos políticos da época. Liberais e conservadores, tendo origem em uma mesma classe sócio-econômica, barganharam a partilha de um poder repleto de mecanismos onde a figura do imperador aparecia como um “intermediário imparcial” às disputas políticas. Ao mesmo tempo em que se distribuíam ministérios, o rei era blindado pelos amplos direitos do irrevogável Poder Moderador.

A situação contraditória, talvez de maneira inesperada, configurou um período de relativa estabilidade. Depois da Revolução Praieira, em 1847, nenhuma outra rebelião interna se impôs contra a autoridade monárquica. Por quê? Alguns historiadores justificam tal condição no bom desempenho de uma economia impulsionada pela ascensão das plantações de café. No entanto, esse bom desempenho conviveu com situações delicadas provindas de uma economia internacional em plena mudança.

O tráfico negreiro era sistematicamente combatido pelas grandes potências, tais como a Inglaterra, que buscava ampliar seus mercados consumidores por aqui. A partir da segunda metade do século XIX, movimentos abolicionistas e republicanos ensaiavam discursos e textos favoráveis a uma economia mais dinâmica e um regime político moderno e inspirado pela onda republicana liberal.

Após o fim da desgastante e polêmica Guerra do Paraguai (1864 – 1870), foi possível observar as primeiras medidas que indicaram o fim do regime monárquico. O anseio por mudanças parecia vir em passos tímidos ainda controlados por uma elite desconfiada com transformações que pudessem ameaçar os seus antigos privilégios. A estranha mistura entre o moderno e o conservador ditou o início de uma república nascida de uma quartelada desprovida de qualquer apoio popular.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

História - Revolução Mexicana

A Revolução Mexicana foi uma revolução organizada pelos camponeses do norte que exigiam melhores condições no campo e uma reforma agrária entre as familias e os operários do Sul, que exigiam também melhores condições de trabalho e salário. A revolução se desfez quando os revolucionários do norte e os do sul se separaram e derrotados pelo governo.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

História - Estados Unidos Século XIX

POTÊNCIA ECONÔMICA

O progresso industrial norte-americano foi acelerado pela vitória dos nortistas sobre o sul e se tornou a primeira potência mundial, que fez com que pessoas imigrassem e houvesse um crescimento demográfico.

A guerra da secessão também favoreceu o expansionismo para o restante do continente americano e para a Ásia. A doutrina Monroe e o Destino Manifesto serviram de base ideológica.

Theodore fez os mandamentos da Doutrina Monroe (Colorário) que visava preservar seus interesses econômicos e políticos e tinham o direito de usar a força para intervir nos países do continente, chamada de Big Stick, ou Grande Porrete.

O Big Stick era a frase de efeito usada para descrever o estilo de diplomacia empregada pelo presidente Theodore Roosevort a qual especificava que os EUA deveriam assumir o papel de polícia internacional no hemisfério ocidental. Além disso, as intenções desta diplomacia eram proteger is interesses econômicos dos EUA na América Latina.

Os Estados Unidos intervieram :

-Na construção do canal do Panamá:

O Canal do Panamá está entre os maiores esforços da humanidade que vem contribuindo para o progresso do mundo. Este marco foi possível graças à força internacional, sobre a liderança dos Estados Unidos. Pode-se notar assim a importância estratégica e econômica do canal, que contribui com o comércio mundial e com a economia dos países envolvidos.

Com a descoberta de ouro na Califórnia, milhares de aventureiros de várias partes do mundo, para encurtar o caminho até o metal precioso, atravessaram o istmo do Panamá a pé ou pelo então recém construído caminho-de-ferro. Os Estados Unidos por sua vez também utilizaram esta via para mandar reforços militares para a Costa Oeste e ali consolidar uma soberania ainda pouco segura. No entanto, o francês construtor do Canal de Suez apresentou em 1876 o seu projeto de construção de um canal no istmo do Panamá. Foram feitos os primeiros levantamentos e as primeiras negociações com o governo da Colômbia, a quem pertencia a província do Panamá, acerca da concessão da construção e exploração do futuro canal.

Em 1878 ocorre a assinatura de um tratado com o governo de Bogotá, repassando à sociedade francesa a exclusividade da construção do canal e da sua exploração posterior por um período de 99 anos. Iniciam-se assim os trabalhos e logo surgem os primeiros imprevistos, a malária,a febre amarela e outras doenças tinham dizimado 20.000 operários e a hostilidade ao empreendimento pelos Estados Unidos não favorecia o bom andamento do projeto. Em 1887, o projeto foi finalmente abandonado. A companhia francesa foi encarregada pelos credores de salvar o que ainda podia ser salvo do desastre financeiro. Restava agora encontrar um comprador já que a concessão dos terrenos só terminava em 1903. O governo dos Estados Unidos encontrava-se atento e, em 1902, o Congresso norte-americano autoriza a compra da concessão dos franceses.O governo colombiano, apoiado pelas demais repúblicas latino-americanas, já inquietas com a ambição hegemônica dos Estados Unidos, não autorizou a transação. Em contrapartida, os Estados Unidos apoiaram a agitação separatista no Panamá. Quando, em 1 de novembro de 1903, o Parlamento de Bogotá veta a concessão do canal aos Estados Unidos, a frota norte-americana bloqueia todos os portos do Panamá e, três dias depois era proclamada a independência da República do Panamá. Finalmente, um mês mais tarde, as novas autoridades panamenhas assinam um acordo com os Estados Unidos para a construção e exploração do canal. O tratado, ratificado em 1909, entregava aos Estados Unidos a posse da futura via navegável e de uma faixa de cinco milhas de terras de ambos os lados do canal, pelo preço de dez milhões de dólares.

Período Pós-Construção:

A importância deste canal, é de vital importância para o comércio mundial, justifica a presença de um forte continente militar norte-americano numa base sediada no Panamá.

Desde então se inicia o comércio marítimo na região do canal, intensificando os laços entre os Estados Unidos e o Panamá, que conviveram pacificamente até a década de 50, com a administração militar norte-americana na Zona do Canal.

Os direitos de exploração da área do canal foram adquiridos pelos Estados Unidos, que construíram o Canal do Panamá. No entanto, tal intervenção ameaça a soberania panamenha sobre o seu território e sobre os seus recursos. A idéia da transferência do canal também fere o orgulho norte-americano, que possui objetivos de consolidar sua supremacia mundial, principalmente no cenário da Guerra Fria vigente, o que torna a área do canal ainda mais estratégica. Em 1977, o tratado foi revisto passando o Panamá a controlar o canal desde de 31 de Dezembro de 1999, mas com a condição de seus navios terem preferências.

O canal liga o Atlântico (Caribe) com o Pacífico.

-Independência de Cuba

A colônia espanhola de Cuba lutava em 1898 pela sua independência, liderada por José Martí. Sob o pretexto de proteger propriedades e vidas de norte-americanos, os Estados Unidos intervieram na região, combatendo os espanhóis e garantindo a independência cubana e a anexação de Porto Rico, no Caribe, e das Filipinas, no oceano Pacífico. Por imposição norte-americana, foi acrescentada à constituição de Cuba a Emenda Platt, que instituía o direito de intervenção dos Estados Unidos no país, além de conceder a eles uma área de 117 quilômetros quadrados. O intervencionismo durou até a revolução de 1959, quando Fidel Castro assumiu o governo da ilha, assumindo um governo socialista.

-Invasão da Nicarágua

Eles também intervieram na Nicarágua, em 1909, ocupando-a militarmente até 1933, a fim de estabilizar a região, que vivia intensas lutas camponesas. Na luta contra a presença militar dos Estados Unidos destacou-se o camponês Augusto César.

Com as intervenções militares na América Latina, os Estados Unidos acabaram exercendo completa tutela econômica na região, processos que se integrou a sua crescente supremacia mundial.

Observações:

-Porto Rico = passa a ser do controle norte-americano, isso até os dias de hoje.

-Filipinas = mesmo sendo independente os Estados Unidos continuam interferindo


- Ações do Imperialismo Norte – Americano


-O extermínio dos povos indígenas na América do Norte.

-A invasão do Texas

-A Guerra do México e a anexação dos territórios da Califórnia, Novo México, Nevada, Arizona e Utah.

-Abertura forçada do mercado do Japão

-Invasão da Nicarágua

-Guerra contra a Espanha e a invasão dos territórios hispânicos (Cuba, Porto Rico e Filipinas)

-Anexação do Havaí e a compra do Alasca.

-O canal do Panamá

-Theodore Roosevelt e o Big Stick

América Latina

Capitalismo x Interesses locais

A elite crioulla (descendentes de espanhóis brancos) tinha interesses diferentes em cada região do Brasil, o que leva a projetos de tentar unir a América, em busca de um só interesse.

Com a independência a América Espanhola de fragmenta e surgem os caudilhos que assumem o poder e mantém a mesma realidade do que quando a América era dependente. Mantém a mesma economia e a sociedade, chamado de movimento de permanência. Observe abaixo:

Realidade Colonial (antes da independência):

Colônias eram fornecedoras de matérias primas, como minérios, carne, charque, etc, e só comercializavam com a metrópole (monopólio comercial).

Realidade Nacional (depois da independência):

Continua com a mesma relação entre a metrópole e as antigas colônias. Mas agora há o livre comércio que beneficiará a Inglaterra (nação capitalista dominante). É ainda dependente da metrópole.

Com a independência houve a aberturas dos portos .

quarta-feira, 14 de julho de 2010

História - Estados Unidos Século XIX

A constituição dos Estados Unidos se baseava em dois princípios:

-Federalista (poder central forte) e Republicano

De acordo também com a constituição a política seria dividida em três poderes:

-Legislativo

-Judiciário

-Executivo

O poder executivo representava o presidente que ficava seis anos no comando e deu origem ao primeiro presidente: George Washington .

A presidência de George fez com que os Estados Unidos, já unificado, se desenvolvesse, atraindo milhares de imigrantes (por causa da segunda revolução industrial e da unificação da Itália) e fazendo a população do país triplicar, fazendo com que precisassem de novos territórios. Também houve a chegada dos peregrinos que fugiram para as colônias por causa de perseguições e pela fome.

O comércio do norte foi afetado pelas guerras e pelo bloqueio continental europeu.

Ocorreu a expansão interior, que consistia na conquista dos territórios da América do Norte, que prejudicava os índios e que depois originou a corrida para o Oeste, ainda mais depois que foi descoberto ouro na Califórnia. A construção da ferrovia ocorre junto com a colonização do Oeste.

Queriam também conquistar o Canadá o que fez com que gerasse a segunda guerra de Independência, mas que acabou quando assinaram o tratado de “Eterna Paz de Grand”. Essa guerra despertou um sentimento nacionalista dos norte-americanos e isso foi expresso na doutrina Monroe que corporificou politicamente a expansão econômica internacional dos Estados Unidos, que foi fundamental para o desenvolvimento capitalista do país.

Ainda com a ideia de conquistar os territórios, justificaram isso com o Destino Manifesto, dizendo que as conquistas foram predestinadas por Deus, que aconteceu pela expansão capitalista. Falaram que dominariam desde o Atlântico até o Pacífico.

DEFINIÇÃO DE DESTINO MANIFESTO: é a frase no qual expressa a crença de que o povo dos EUA é eleito por Deus para comandar o mundo. O que influenciou isso dói também o fato da igreja perder credibilidade.

James Buchanan deixou claro sua determinação em dominar desde a África até a América do Sul, utilizando o Destino Manifesto como justificativa.

DEFINIÇÃO DA DOUTRINA MONROE: Auto meio de justificar a expansão. Foi formulada por James Monroe e reafirmava a posição dos EUA contra o colonialismo europeu e ninguém deveria interferir nas decisões na Inglaterra (antiga metrópole).

A conquista da costa oeste até o Pacífico fez com que eles entrassem em contato com o oriente, podendo assim usufruir dos mercados japoneses e chineses. E anexação da Flórida fez com que abrissem caminho para o Golfo do México e o Mar de Antilhas, sendo assim mais fácil de conquistar toda a América Latina.

Conseqüências:

-Extermínio dos povos indígenas na América do Norte (expansão interior)

-Anexação do Texas depois de uma invasão

-Guerra do México e anexação dos territórios da Califórnia, novo México, Nevada, Arizona, etc.

-Invasão da Nicarágua

-Guerra contra Espanha e anexação da Flórida

-Anexação do Havaí

-Theodore

O Alasca é vendido para os Estados Unidos por um preço muito barato.

E assim foram conquistando territórios, formando o território atual dos Estados Unidos que ocorre a partir de várias etapas.

GUERRA SECESSÃO:

Ao mesmo tempo em que se dava a expansão territorial e econômica, crescia a rivalidade social e política entre os estados do Sul e do Norte. Eles tinham diferenças desde a época colonial. Veja as características de cada uma durante essa época:

NORTE:

-Colônias de povoamento (a riqueza gerada ficava lá, se desenvolvendo mais), pequenas propriedades, trabalho livre e desenvolvimento de manufaturas.

SUL:

-Grandes propriedades, trabalho escravo e economia de exploração. Tem o pacto colonial onde as riquezas geradas vão para metrópole exportadas e são mais dependentes.

O sul pouco mudou, continua com o plantation e o norte se desenvolveu muito. O norte queria abolir a escravidão, para assim serem trabalhadores assalariados e para poderem comprar produtos, ou seja, por interesse econômico, ampliando o mercado consumidor. Os nortistas também defendiam a elevação das tarifas alfandegárias que lhe garantiam exportações. Os estados do sul eram contra, pois precisavam de escravos.

NORTE:

-Partido Republicano (ambições burguesas)

-Nortistas

-União

SUL:

-Partido Democrata (queriam autonomia)

-Sulista

-Confederação

Abraham Lincoln representava o Norte e se tornou presidente dos Estados Unidos. Queria a União, indo contra a ideia de autonomia dos sulistas e defendia as tarifas. Os sulistas descontentes com a sua presidência, liderados por Carolina do Sul se separaram da União e se tornaram a confederação, tendo como presidente Jefferson Davis.

Ocorreu uma guerra, tendo como vencedores os nortistas, enquanto o sul ficou totalmente arrasado. A guerra começou quando forças do sul comandadas por Lee atacaram Fort Sumter, um posto militar na Carolina do Sul e terminou somente com a rendição das últimas tropas remanescentes da confederação. Era uma guerra entre onze estados do sul que eram a favor do trabalho escravo.

Ainda em guerra, Abraham assinou a Proclamação de Emancipação, que determinava a libertação dos escravos apenas no sul e depois, com a constituição norte-americana, proibiu a escravidão em todo o país.

Cinco dias após a rendição dos sulistas, Abraham Lincoln foi assassinado.

Os negros foram libertados, mas não tiveram o mesmo direito que os brancos. O sul ficou racista diante dos negros, um exemplo é o grupo Ku-Klux-Klan.

POTÊNCIA ECONÔMICA

O progresso industrial norte-americano foi acelerado pela vitória dos nortistas sobre o sul e se tornou a primeira potência mundial, que fez com que pessoas imigrassem e houvesse um crescimento demográfico.

A guerra da secessão também favoreceu o expansionismo para o restante do continente americano e para a Ásia. A doutrina Monroe e o Destino Manifesto serviram de base ideológica.

Theodore fez os mandamentos da Doutrina Monroe (Colorário) que visava preservar seus interesses econômicos e políticos e tinham o direito de usar a força para intervir nos países do continente e se destacam as feitas em Cuba, no Panamá e na Nigarágua